sábado, 21 de maio de 2016

Palmeiras Murumuru



"[...]. O sol mal tinha raiado quando partimos, e meu plano era seguir ao longo do rio; porém, na intenção de rodear as cabeceiras de alguns igarapés cujas desembocaduras podíamos ver a alguma distância, os índios sugeriram penetrar na floresta pelo lado leste, e assim se fez. Depois de subir e descer colinas e transpor baixadas, varando moitas intrincadas de bambus e de palmeiras murumuru, dotadas de terríveis espinhos de algumas polegadas de comprimento, prosseguimos a caminhada durante algumas horas, até que eles revelaram estar em dúvida quanto ao caminho a seguir. Três vezes subiram em colinas mais altas para tentar avistar a serra, mas em vão. Além de não a enxergarem, também perderam a referência do rio". Richard Spruce (1817-1893). Notas de um botânico na Amazônia. 2006, p. 91.
 
 
Astrocarium murumuru.
C. Fr. von Martius. Historia naturalis palmarum (1823-1850)



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