segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Viajantes: Castanha-de-macaco (Couroupita guianensis Aubl.).


"Esta bela árvore, das mais características da Hiléia, devido as panículas permanentes que lhe revestem o tronco, apresenta a configuração de um imenso candelabro com múltiplos braços, irregularmente distribuídos por toda a sua extensão. É conhecida geralmente por castanha-de-macaco ou cuia-de-macaco.
Com quinze a vinte metros de altura, as suas flores, grandes, róseo-purpurinas, muito perfumadas, nascem diretamente sobre o tronco ou sobre os galhos, o que torna a árvore extremamente festiva e ornamental no período da floração. Tem frutos quase esféricos, com dezesseis centímetros de diâmetro, de polpa e sementes bastante apreciadas pelos símios, de onde lhe provieram aqueles nomes vulgares, sempre em ligação com os macacos.
Floresce anualmente no Jardim Botânico, em março e outubro." Gastão Cruls (1888-1959). Hiléia amazônica. 2. ed. 1955. p. 59-60.
 
 
 
Castanha-de-macaco (Couroupita guianensis Aubl.)
 Alexandre Rodrigues Ferreira. Viagem Philosophica.


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