domingo, 2 de fevereiro de 2014

Reflexões: Não invejo de maneira alguma!


Não invejo de maneira alguma
O cativo sem a ira do nobre,
O pintarroxo nascido na gaiola,
Que jamais conheceu as florestas de verão.

Não invejo a fera que leva
Sua permissão dos campos dos tempos,
Desagrilhoada do sentido de crime,
A quem a consciência nunca perturba;

Nem o que pode ser considerado uma bênção,
O coração que jamais empenhou a palavra,
Mas fica paralisado nas malhas da preguiça,
Nem um descanso criado de propósito.

Considero verdade, aconteça o que acontecer,
Sinto-o, quando mais me entristeço,
Que é melhor ter amado e perdido
Do que nunca ter amado.
 
 
Alfred, Lord Tennyson (1809-1892)
Dr. Wayne W. Dyer. Muitos mestres...2003
 
 
 
 
Pintura de Edward Killingworth Johnson (1825-1896)
 
 


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